Mais de 900 visitantes aguardam saída de Aguas Calientes enquanto autoridades negociam solução para crise de transporte
Turistas presos em Machu Picchu: No dia 15 de setembro de 2025, o serviço ferroviário para Machu Picchu foi suspenso após protestos de moradores da região. O movimento ocorreu em razão de disputas sobre a concessão do transporte entre a estação de Aguas Calientes e a entrada do sítio arqueológico. De acordo com a empresa PeruRail, pedras e troncos foram colocados nos trilhos, comprometendo a segurança da viagem.
Quantos turistas foram afetados
O ministro do Comércio Exterior e Turismo do Peru informou que cerca de 900 turistas ficaram retidos em Aguas Calientes, cidade base para acesso a Machu Picchu. No dia anterior, cerca de 1.400 visitantes já haviam sido retirados em operações emergenciais. A suspensão dos trens deixou centenas de estrangeiros sem condições de retornar imediatamente a Cusco ou seguir viagem pelo país.
Esforços das autoridades
Segundo comunicado oficial, o governo peruano trabalha para garantir a retirada segura dos turistas ainda retidos. A decisão de não realizar transporte noturno se deu por risco elevado em rotas bloqueadas. “A prioridade é a segurança dos visitantes”, afirmou o ministério. Enquanto isso, negociações com os moradores buscam liberar os trilhos e normalizar o serviço.
Especulações e reações nas redes
Nas redes sociais, internautas especulam sobre os impactos que o episódio pode ter no turismo peruano, especialmente às vésperas da alta temporada. Alguns usuários sugerem que a instabilidade pode afastar visitantes internacionais e gerar prejuízos à economia local. Outros defendem as reivindicações dos moradores, que pedem maior participação nas receitas do transporte até Machu Picchu.
Impactos no turismo internacional
Machu Picchu recebe em média 1,5 milhão de turistas por ano, sendo uma das principais fontes de receita turística do Peru. Especialistas alertam que episódios como esse podem comprometer a imagem de segurança e organização do destino. Agências de turismo internacionais também manifestaram preocupação com a falta de alternativas rápidas para situações de crise.
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