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sábado, maio 23, 2026

Mulher é presa em Manaus suspeita de lucrar com produtos furtados em lojas de departamentos em Manaus

Investigação aponta receptação de mercadorias de lojas

Mulher presa na Operação Mão Branca: A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM) prendeu Meurian Rossy Brasil, 50 anos, acusada de participar da revenda de produtos furtados de grandes lojas de departamento em Manaus. A prisão é mais um passo da Operação Mão Branca, deflagrada para combater a receptação de roupas e acessórios desviados do comércio formal.

Segundo a corporação, os itens eram vendidos em pontos de rua e feiras da capital, ainda com etiquetas de origem. A suspeita foi detida após monitoramento que identificou sua atuação em locais estratégicos de revenda.

Como funcionava o esquema de venda

Produtos novos revendidos no mercado paralelo

De acordo com as investigações, os produtos furtados eram entregues a intermediários e, posteriormente, colocados à venda em locais populares de Manaus. O objetivo era escoar rapidamente mercadorias novas, com preços muito abaixo dos praticados em lojas oficiais.

Etapas anteriores da Operação

Antes da prisão de Meurian, a polícia já havia indiciado dois homens — de 35 e 42 anos — após serem flagrados comercializando roupas furtadas na rua Marcílio Dias, no Centro. A PC-AM acredita que os receptadores formavam uma rede organizada de distribuição.

Repercussão e impactos no comércio

  • O comércio formal estima prejuízos significativos, já que os produtos furtados são revendidos sem nota fiscal e em larga escala.

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  • Comerciantes da região comentaram que a prática prejudica a concorrência e alimenta a criminalidade local.

  • Nas redes sociais, internautas especulam que a prisão de Meurian pode revelar novos nomes e até ligação com redes maiores de receptação.

O que diz a polícia sobre os próximos passos

A Delegacia Especializada em Roubos, Furtos e Defraudações (DERFD) informou que as investigações continuam para identificar outros envolvidos. A suspeita deve responder por receptação qualificada, prevista no Código Penal, com pena de até oito anos de prisão.

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