Suspeito é preso e arma recuperada; polícia segue em busca do atirador que disparou contra PM durante ação em Paraisópolis.
Suspeito preso e buscas seguem em Paraisópolis: A Polícia Civil de São Paulo prendeu Gabriel Vieira dos Santos, de 28 anos, acusado de ter roubado a arma do cabo Johannes Santana após ele ser baleado no pescoço durante uma operação em Paraisópolis, zona sul da capital.
A captura ocorreu na noite de sábado (9), menos de 48 horas após o crime. Agentes do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) localizaram o suspeito e recuperaram a pistola calibre .40, além de uma lanterna pertencente ao policial.
Como o ataque aconteceu
Operação e confronto
O caso começou na quinta-feira (7), quando equipes da Polícia Militar realizaram ações na comunidade em resposta a um arrastão registrado em Santo Amaro. Durante a abordagem a suspeitos, o cabo Santana foi atingido por um tiro transfixante no pescoço, que fraturou uma pequena vértebra, mas não comprometeu sua mobilidade.
Segundo as investigações, após o disparo, o policial caiu ao chão e teve sua arma levada por um dos criminosos. Vídeos gravados por moradores mostram dois homens envolvidos na ação: um que efetuou o disparo e outro que recolheu a arma antes de fugir.
Estado de saúde do PM
O cabo recebeu alta hospitalar na sexta-feira (8) e se recupera em casa. Apesar da gravidade do ferimento, não houve danos neurológicos ou motores, e ele seguirá em acompanhamento médico para tratar a fratura.
Autor do disparo ainda não foi localizado
Identificação e buscas
O atirador foi identificado como Kauan Alison Alves dos Santos, de 20 anos, que permanece foragido. A polícia mantém equipes em campo, com bloqueios e ações de inteligência para tentar capturá-lo.
Reforço na segurança
Após o episódio, o patrulhamento foi intensificado em pontos estratégicos de Paraisópolis. Creches próximas ao local do crime chegaram a liberar as crianças mais cedo como medida preventiva, aumentando a sensação de tensão entre moradores.
Repercussão e debate público
Nas redes sociais, a prisão do suspeito foi amplamente comentada. Muitos elogiaram a rapidez da ação policial, enquanto outros questionaram a segurança dos agentes em operações em áreas de alto risco. Há também especulações de que o atirador possa ter deixado a comunidade com ajuda de comparsas, o que motivou pedidos por operações mais rigorosas.
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