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sábado, maio 23, 2026

Ex-funcionária de Alexandre Pires é condenada por roubar R$ 1,5 milhão do cantor e da esposa

Descoberta chocante: padrão de vida de luxo levanta suspeitas e revela golpe milionário

Ex-funcionária de Alexandre Pires pega 16 anos por furto: Uiara Regina Cardoso Teixeira, ex-administradora financeira das empresas do cantor Alexandre Pires e da esposa Sara Campos, começou a levar uma vida de luxo incompatível com seu salário. Carros caros, estética, viagens e imóveis reformados despertaram a desconfiança do casal, que ordenou uma auditoria interna. O que veio à tona foi um rombo de R$ 1,5 milhão.

Condenação por furto, estelionato e lavagem de dinheiro

A 3ª Vara Criminal de Uberlândia condenou Uiara a 16 anos e 6 meses de prisão em regime fechado. Seu marido, também envolvido no esquema de lavagem, foi condenado a 6 anos em regime semiaberto. A Justiça também determinou o bloqueio de bens da dupla e o ressarcimento integral ao casal.

Modo de operação sofisticado surpreende até promotores

As investigações do Ministério Público de Minas Gerais revelaram que Uiara usava procurações falsas, transferências bancárias complexas e depósitos em espécie para ocultar os desvios. Durante quatro anos, ela operou livremente com acesso total às contas e sistemas da empresa.

Internautas dividem opiniões sobre o escândalo

Enquanto muitos defendem a pena como justa e necessária, outros questionam como a funcionária teve liberdade para agir por tanto tempo. “Confiança demais, controle de menos”, escreveu um internauta. A discussão levantou reflexões sobre blindagem empresarial e riscos de fraudes internas.

Recurso pode mudar sentença?

A defesa da ex-funcionária alega que os valores desviados foram “empréstimos” e não crimes. Um recurso já foi apresentado ao Tribunal de Justiça de Minas Gerais. Caso seja negado, ainda poderá ser levado ao STJ. Enquanto isso, o bloqueio de bens e a ordem de ressarcimento continuam válidos.

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Quando a confiança vira prejuízo

O caso virou exemplo de como crimes de “colarinho branco” podem atingir até celebridades. Para especialistas, o episódio reforça a importância de auditorias periódicas, divisão de funções e limites claros no acesso a contas e documentos sensíveis.

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