Medo e insegurança: Juliana Laia do Carmo relata choque após ato sexual durante atendimento em BH
Dentista é vítima de importunação em MG: A dentista Juliana Laia do Carmo, atendendo em uma clínica particular em Igarapé (Grande BH), passou por uma situação grave na última terça-feira (8). Durante o atendimento, o paciente começou a se masturbar, expondo sua genitália, ato registrado pelas câmeras do consultório. O homem de 43 anos foi preso em flagrante pela Polícia Civil e segue sob investigação por importunação sexual.
Comportamento estranho era sutil antes da escalada do crime
Juliana percebeu atitudes estranhas, como o paciente lambendo seu dedo durante o atendimento, atitude que interpretou como involuntária. O quadro mudou quando ele tentou retirar sua máscara e pescoceu a genitália, expondo-se. O atendimento foi interrompido imediatamente e a Polícia foi chamada
Trauma e busca pela recuperação
Dentista revela medo intenso e acompanhamento psicológico
Em entrevista ao programa Tá na Hora, Juliana descreveu o impacto do crime:
“Estou bastante abalada, psicologicamente e emocionalmente. Sinto muita insegurança para voltar ao trabalho… estou fazendo tratamento para conseguir voltar a exercer algo que tanto amo”.
Ela afirma tratar-se para superar o trauma e retomar a rotina, mas o medo em atender pacientes — especialmente homens, com quem trabalha em ambientes fechados sozinha — ainda persiste.
Repercussão nas redes e no setor odontológico
Profissionais e usuários clamam por mais segurança e protocolos
Em redes sociais e grupos profissionais, o #DentistaSolidário viralizou, com relatos de casos semelhantes e pedidos por mudanças. Internautas comentam:
“Consultório totalmente exposto — precisa de câmera e botão de pânico.”
Especialistas em direito ressaltam que a importunação em ambiente de trabalho exige punição severa, envolvendo não só a prisão do autor, mas também protocolos claros de segurança e prevenção.
Buscando prevenção: o que deve mudar
Consultórios avaliam novas regras após o caso
Conselhos de odontologia da região devem revisar normas, incluindo:
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Instalação de circuito de câmeras visíveis;
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Botões de pânico acessíveis;
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Treinamento para identificação de condutas suspeitas;
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Acompanhamento psicológico para vítimas.
A Polícia investiga o caso com base nas imagens e no depoimento de Juliana, e o paciente segue detido em flagrante.
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