Defesa alega problemas de saúde para justificar ausência
Bolsonaro não vai ao STF: O ex-presidente Jair Bolsonaro decidiu não comparecer presencialmente ao Supremo Tribunal Federal (STF) para acompanhar o julgamento do inquérito que apura a suposta tentativa de golpe de Estado. A informação foi confirmada por seus advogados, que alegaram que o ex-mandatário “não tem condições de saúde para permanecer no plenário”.
Segundo sua defesa, Bolsonaro irá acompanhar as sessões remotamente, em regime de prisão domiciliar, após recomendação médica, de familiares e de sua equipe jurídica .
Julgamento de alto risco político e jurídico
Primeira Turma do STF inicia sessões
O julgamento começa nesta terça-feira, 2 de setembro de 2025, e deve se estender até o dia 12, com sessões presenciais e virtuais. Bolsonaro é um dos oito réus do chamado “núcleo duro” da denúncia aceita em março pelo STF. Entre os acusados também estão ex-ministros e militares de alta patente.
Acusações contra o ex-presidente
O Ministério Público Federal aponta Bolsonaro como figura central em um plano de ruptura institucional, que teria incluído reuniões estratégicas, mobilização de militares e a divulgação de informações falsas para tentar legitimar um golpe de Estado.
Reações e especulações nas redes
A ausência de Bolsonaro no STF repercutiu de forma imediata.
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Críticos afirmam que o ex-presidente estaria tentando evitar a exposição pública e o confronto direto com ministros.
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Aliados defendem que se trata de uma decisão sensata, diante do estado de saúde debilitado e para preservar sua integridade.
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Entre internautas, surgiram discussões sobre se a ausência poderia ser interpretada como estratégia política para reduzir desgaste diante da opinião pública.
Juristas ouvidos pela imprensa avaliam que, independentemente da presença física, a ausência de Bolsonaro não altera o peso das provas e depoimentos já apresentados no processo.
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