Netanyahu se reúne com o presidente americano na segunda-feira (29), enquanto Hamas afirma que ainda não recebeu proposta oficial
Trump e Netanyahu discutem paz em Gaza: O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou estar otimista com um possível acordo para encerrar a guerra em Gaza. O republicano revelou um plano de paz de 21 pontos, que, segundo ele, pode abrir caminho para a libertação de reféns e para uma solução política duradoura.
Trump declarou que “está muito próximo” de alcançar um entendimento e confirmou uma reunião com o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu para a próxima segunda-feira (29), em Nova York.
O que o plano pode incluir
Embora os detalhes não tenham sido divulgados integralmente, fontes diplomáticas indicam que a proposta contempla:
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Libertação imediata de reféns em até 48 horas;
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Criação de uma administração transitória em Gaza, possivelmente com participação de países árabes;
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Redução gradual da presença militar israelense no território;
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Retomada de papel político da Autoridade Palestina.
Esses pontos ainda não foram confirmados oficialmente, mas circularam em veículos internacionais próximos às negociações.
Posição do Hamas
Em resposta, o Hamas declarou que não recebeu formalmente a proposta. Representantes do grupo afirmam que estão acompanhando a movimentação internacional, mas classificam como “boato” qualquer afirmação de que já teriam dado sinal verde ao acordo.
Desafios para o acordo
Especialistas em política do Oriente Médio apontam que, mesmo com o entusiasmo de Trump, o plano enfrenta obstáculos:
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Resistência interna em Israel, já que setores do governo Netanyahu rejeitam qualquer arranjo que não envolva a eliminação total do Hamas.
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Ceticismo da comunidade internacional, diante da escalada militar em Gaza e da dificuldade de implementar uma força de segurança neutra.
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Reação popular nas redes sociais, onde parte dos usuários critica o plano por considerá-lo inviável e outros defendem como a última chance de pôr fim ao conflito.
Expectativas para a reunião
A reunião de segunda-feira (29) entre Trump e Netanyahu deve ser decisiva para definir se o plano avançará. Caso seja aceito, um cronograma de implementação poderá ser anunciado já nos próximos dias, segundo diplomatas envolvidos nas negociações.
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