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sábado, maio 23, 2026

Primeiro-Ministro de Israel, Benjamin Netanyahu e Donald Trump discutem nova ofensiva de Israel em Gaza

Líderes debatem planos militares para ampliar ataques contra o Hamas e garantir libertação de reféns

Netanyahu e Trump discutem ofensiva: O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, discutiram nesta segunda-feira (10) os planos da nova ofensiva militar israelense contra os bastiões remanescentes do Hamas na Faixa de Gaza.
Segundo o gabinete de Netanyahu, o objetivo central da operação é acelerar o fim da guerra, desmantelar a estrutura militar do grupo e garantir a libertação de reféns ainda mantidos em cativeiro.

A conversa entre os dois líderes reforça o alinhamento estratégico entre Washington e Tel Aviv no momento em que Israel prepara uma ofensiva mais ampla do que a anunciada anteriormente, segundo a agência Reuters.

Expansão das operações

De acordo com informações divulgadas pela Associated Press, a nova fase da operação incluirá ataques a áreas centrais de Gaza, como campos de refugiados e a própria Cidade de Gaza.
Netanyahu declarou que essa abordagem será “a maneira mais rápida de alcançar a vitória”, enfatizando que a ofensiva visa criar zonas de segurança e estabelecer uma administração civil que não seja controlada pelo Hamas.

Contexto da guerra

O conflito, iniciado após o ataque do Hamas a território israelense em outubro de 2023, já resultou em milhares de mortes e uma grave crise humanitária. As áreas de combate em Gaza enfrentam escassez de alimentos, água potável e medicamentos, além de um deslocamento em massa de civis.
Organizações internacionais têm expressado preocupação com o impacto das novas ações militares, pedindo medidas que reduzam os riscos para a população civil.

Repercussão internacional

O apoio de Trump à estratégia israelense ocorre em um momento de realinhamento da política externa dos Estados Unidos. Enquanto Washington reafirma o direito de Israel à defesa, cresce a pressão de países aliados e de organismos multilaterais para que as operações respeitem o direito internacional humanitário.

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Netanyahu, por sua vez, reiterou que Israel “continuará até que o Hamas seja derrotado”, deixando claro que a nova ofensiva é parte de um esforço final para encerrar o conflito em termos favoráveis ao governo israelense.

Veja também: Trump indicado ao Nobel da Paz por Netanyahu e promete armas à Ucrânia em encontro na Casa Branca

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