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sábado, maio 23, 2026

Médico corta testa de recém-nascida durante parto e é demitido no interior de São Paulo

Caso aconteceu na Santa Casa de Itaí; família denuncia erro médico e polícia investiga o episódio

Médico corta testa de bebê em parto: Um parto realizado em 20 de setembro, na Santa Casa de Itaí, interior de São Paulo, terminou em denúncia policial e na demissão de um médico. Durante o procedimento, a cabeça de uma recém-nascida foi cortada por um bisturi, deixando um ferimento visível na testa da criança.

A mãe, de 33 anos, registrou boletim de ocorrência relatando que a filha foi atingida pelo médico no momento do nascimento. A bebê foi atendida imediatamente após o corte, mas o caso gerou indignação da família, que afirma ter sofrido constrangimentos e dificuldades após o ocorrido.

Reação do hospital e demissão imediata

A direção da Santa Casa informou que abriu apuração interna e, preventivamente, rescindiu o contrato de prestação de serviços com o profissional envolvido. Em nota, o hospital declarou que a prioridade é garantir o bem-estar da paciente e que colaborará com as autoridades na investigação.

Segundo o hospital, situações assim são consideradas graves e exigem respostas rápidas para preservar a confiança da comunidade.

Investigação policial em andamento

A Polícia Civil instaurou inquérito para apurar as circunstâncias do corte. O caso foi registrado como lesão corporal, e diligências estão em curso para ouvir os envolvidos e analisar os prontuários médicos.

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O Instituto Médico Legal (IML) deve emitir laudo sobre a extensão da lesão da bebê, e o Ministério Público acompanhará o caso. Ainda não está definido se o corte foi resultado de falha técnica, descuido ou imprudência médica.

O que dizem a família e a sociedade

Familiares da vítima alegam que a mãe também sofreu procedimentos dolorosos sem anestesia adequada, o que agravou a revolta. O caso repercutiu rapidamente nas redes sociais, onde internautas criticaram a postura do médico e pediram mais rigor na fiscalização de hospitais.

Muitos usuários defenderam que a situação não pode ser tratada como “acidente comum”, destacando a necessidade de capacitação constante de profissionais de saúde. Outros pediram cautela, ressaltando que apenas a perícia poderá definir se houve erro humano ou falha inevitável no processo.

Impactos e próximos passos

A repercussão do caso trouxe à tona discussões sobre segurança em partos realizados em cidades do interior, onde a estrutura hospitalar é, muitas vezes, limitada. Especialistas em obstetrícia afirmam que cortes superficiais podem ocorrer em raros casos de parto cesáreo, mas reforçam que a transparência e a conduta médica são fundamentais para evitar desconfiança.

Enquanto isso, a família aguarda os resultados da investigação e pretende levar o caso à Justiça, caso seja confirmada negligência.

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