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sábado, maio 23, 2026

Israel inicia ofensiva terrestre para ocupar Faixa de Gaza e ordena evacuação em massa

“Gaza está queimando”: tropas avançam e população foge em desespero

Israel ocupa Faixa Gaza: As Forças de Defesa de Israel (IDF) confirmaram o início de uma operação terrestre em Gaza, considerada a fase mais intensa do confronto com o Hamas. Tropas avançaram para os arredores da cidade, enquanto centenas de milhares de civis foram ordenados a evacuar. O governo israelense declarou que o objetivo é “desmantelar a infraestrutura do Hamas” e recuperar reféns ainda mantidos em cativeiro.

Avanço militar e evacuação civil

Relatórios indicam que mais de 220 mil palestinos deixaram suas casas, segundo dados da ONU, enquanto Israel fala em até 350 mil deslocados. As tropas israelenses iniciaram incursões por bairros periféricos da cidade, com combates localizados e destruição de edifícios considerados estratégicos para o Hamas.

Baixas confirmadas e destruição

Ao menos 24 mortes foram registradas nas primeiras horas da ofensiva terrestre. Bombardeios atingiram áreas densamente povoadas, destruindo prédios residenciais e infraestrutura civil. Israel alega que os locais serviam como pontos de comando do Hamas.

Declarações oficiais

O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, afirmou que “Gaza está queimando”, destacando que a operação é parte de um plano para derrotar o Hamas. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu reforçou que a ofensiva é necessária para garantir a segurança nacional e negociar a libertação dos reféns.

Crise humanitária em crescimento

Organizações internacionais alertam que os deslocamentos em massa sobrecarregam abrigos temporários e reduzem o acesso a água, alimentos e atendimento médico. A ONU afirmou que a cidade pode se tornar “inabitável” caso a ofensiva avance para o centro urbano.

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Especulações nas redes sociais

Nas redes, usuários discutem se Israel pretende manter Gaza sob administração militar direta após a ofensiva. Outros especulam que a evacuação em massa foi planejada para reduzir a presença civil antes de intensificar os ataques. Há também debate sobre o número real de combatentes do Hamas ainda presentes, estimados entre 2.000 e 3.000 pelas forças israelenses.

O que permanece incerto

Ainda não há clareza sobre até onde Israel já controla Gaza e qual será o impacto para os civis que não conseguiram evacuar. Também é incerto se haverá negociações para cessar-fogo ou se o conflito entrará em uma fase ainda mais prolongada.

Veja também: Trump envia Guarda Nacional a Memphis e confronta gestão democrata em meio à escalada da violência

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