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sábado, maio 23, 2026

EUA quer retirar visto do comandante do Exército brasileiro, general Tomás Miguel Miné Ribeiro Paiva

Departamento de Estado monitora encontros e discute possível sanção

EUA quer retirar visto do general Tomás: O governo dos Estados Unidos, sob a gestão de Donald Trump, estaria avaliando a revogação do visto do comandante do Exército brasileiro, general Tomás Miguel Miné Ribeiro Paiva. A informação foi divulgada em coluna do jornalista Paulo Cappelli no portal Metrópoles e repercutida por outros veículos, como A Tarde.

Segundo a publicação, o Departamento de Estado tem mapeado encontros entre o general e o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. Para setores do governo norte-americano, Tomás é visto como uma liderança militar que reforça a posição do STF em decisões consideradas sensíveis.

Relações Brasil-EUA em tensão

A análise do visto de Tomás ocorre em um momento de instabilidade diplomática entre Brasília e Washington. Desde o início do governo Trump, o Brasil tem sido alvo de pressões políticas e econômicas relacionadas a pautas de democracia e combate à corrupção.

Histórico do comandante

Tomás Paiva assumiu o comando do Exército em 2023, durante o governo de Luiz Inácio Lula da Silva, com a missão de pacificar a tropa após a crise institucional que se seguiu aos atos de 8 de janeiro. Sua proximidade com o STF e com o Planalto sempre foi vista com cautela por setores mais conservadores.

Discussão nas redes sociais

Nas redes, a notícia provocou forte debate. Parte dos usuários considera que a eventual revogação seria um “recado político” de Trump ao Brasil, enquanto outros avaliam que a medida, caso confirmada, poderia fragilizar a imagem do Exército no exterior.

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O que se diz nos bastidores

Nos bastidores em Brasília, comenta-se que a possível sanção, caso aplicada, pode abrir precedente delicado, atingindo não apenas o comandante do Exército, mas também outras figuras militares e políticas que mantêm diálogo próximo com o STF.

Declarações oficiais

Até o momento, não houve confirmação oficial do governo dos Estados Unidos sobre o caso. O Exército Brasileiro também não se pronunciou sobre a possibilidade. Especialistas em relações internacionais avaliam que a simples especulação já é suficiente para aumentar o clima de desconfiança entre os dois países.

Veja também: Trump diz que atirador de Charlie Kirk agiu sozinho, aponta investigação

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