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sábado, maio 23, 2026

Eduardo Bolsonaro rejeita “acordo indecoroso” e ameaça relator da anistia com sanções

Reação contra a dosimetria de penas

Eduardo Bolsonaro rejeita acordo da anistia: O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) reagiu duramente à possibilidade de que o PL da Anistia adote a chamada dosimetria de penas, em vez da anistia ampla, geral e irrestrita defendida por sua base. Em publicação nas redes sociais, o parlamentar classificou a proposta como um “acordo indecoroso e infame” e avisou que não aceitará negociações que suavizem o texto original.

Segundo Eduardo, qualquer tentativa de alinhamento entre o relator, Paulinho da Força (Solidariedade-SP), e o STF (Supremo Tribunal Federal) representa um “atentado contra a vontade popular” e será rechaçada dentro e fora do Congresso.

“Anistia não está em negociação”

Declarações de Eduardo Bolsonaro

Eduardo reforçou que, para ele, a pauta da anistia não admite concessões:

“Não há acordo com STF. Anistia ampla, geral e irrestrita não está em negociação”, afirmou o deputado.

Ele também insinuou que o relator poderá enfrentar “sanções políticas” caso insista em manter diálogo com o Supremo para alterar o texto.

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O papel do relator

Paulinho da Força, responsável por apresentar o relatório final, vinha discutindo com líderes partidários a possibilidade de inserir mecanismos de redução ou flexibilização de penas para condenados dos atos de 8 de janeiro. O objetivo seria buscar um texto mais “palatável” ao STF e, assim, facilitar a aprovação no Congresso.

Repercussão política e nas redes

Tensão entre bolsonaristas e STF

A fala de Eduardo Bolsonaro intensifica o clima de confronto entre a ala bolsonarista e o Supremo, que já havia sido alvo de duras críticas por parte da oposição. Analistas políticos avaliam que a declaração pressiona ainda mais o relator e pode aprofundar o impasse em torno do projeto.

Especulações nas redes

Nas redes sociais, apoiadores de Eduardo comemoraram a postura firme contra o STF, defendendo que qualquer recuo seria uma traição à base eleitoral. Já críticos apontaram que a retórica do deputado aumenta a polarização e pode inviabilizar uma solução intermediária para o tema.

Veja tambémLula garante veto à anistia para Bolsonaro e endurece discurso sobre soberania nacional

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