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sábado, maio 23, 2026

Avião da Venezuela com 380 kg de maconha é lançado em represa no Amazonas após interceptação da FAB

Piloto invade espaço aéreo brasileiro e tenta despistar caças

Avião com 380 kg de maconha cai em represa no AM: Um avião bimotor vindo da Venezuela foi interceptado pela Força Aérea Brasileira (FAB) ao entrar ilegalmente no espaço aéreo do Amazonas. A aeronave transportava cerca de 380 kg de skunk, uma droga derivada da maconha com alto teor de THC. O caso aconteceu nas proximidades de Presidente Figueiredo (AM), e terminou de forma dramática: o piloto lançou o avião contra as águas da represa de Balbina, na tentativa de escapar da fiscalização.

Detalhes da operação militar

De acordo com nota oficial da FAB, a interceptação foi realizada por caças A-29 Super Tucano, dentro da Operação Ágata Ostium, que integra o Programa de Proteção Integrada de Fronteiras (PPIF). O piloto desobedeceu às ordens de pouso, fez manobras arriscadas e, em baixa altitude, jogou a aeronave no reservatório.
Equipes da Polícia Federal e do Exército foram acionadas e localizaram os fardos da droga na fuselagem submersa. O carregamento totalizou aproximadamente 380 kg de entorpecentes apreendidos.

Autoridades confirmam apreensão

A Polícia Federal informou que a ação reforça o combate ao tráfico transnacional na região amazônica, frequentemente utilizada como rota de entrada de drogas vindas de países vizinhos. Já a FAB destacou que a operação foi conduzida em conformidade com o Decreto de Defesa Aérea (CDA 3), que permite medidas severas contra aeronaves consideradas hostis.

O que se sabe sobre o piloto?

Até o momento, as autoridades não confirmaram se o piloto sobreviveu ao impacto ou conseguiu fugir pela mata. Essa ausência de informações gerou intensa movimentação nas redes sociais, onde internautas especulam sobre uma possível rede de apoio terrestre para resgate do criminoso.

Impactos e discussões nas redes

Especialistas em segurança apontam que o episódio demonstra tanto a eficiência do monitoramento aéreo brasileiro quanto a vulnerabilidade das fronteiras amazônicas. Nas redes sociais, internautas questionam se o aumento de voos ilegais vindos da Venezuela está ligado a organizações criminosas atuantes no Norte do Brasil.

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