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sábado, maio 23, 2026

Polícia Federal isola orla de Humaitá, destrói balsas e combate garimpo ilegal no Rio Madeira.

Força-tarefa invade beira-rio e cumpre mandados estratégicos

PF combate garimpo em Humaitá (AM): Nesta segunda-feira (15), a Polícia Federal lançou uma operação contra garimpo ilegal na orla do Rio Madeira, no município de Humaitá, Amazonas, com execução de mandados judiciais em pontos estratégicos às margens do rio. A ação visa desarticular frentes de mineração que operam sem autorização e provocam sérios danos ambientais e sociais à região.

Uso de força e isolamento da orla

Imagens divulgadas mostram embarcações em chamas, helicópteros sobrevoando a área, agentes federais avançando e uso de balas de borracha para dispersar pessoas no local. Além disso, a orla foi isolada para impedir o acesso de garimpeiros e moradores em determinados momentos da ação.

Impactos ambientais e risco à população ribeirinha

Poluição e destruição de ecossistema aquático

O garimpo ilegal em Humaitá estava causando contaminação por mercúrio, alteração do leito do rio, destruição da vegetação ribeirinha e prejuízo à pesca artesanal — modo de vida de comunidades ribeirinhas que dependem do rio para alimento e sustento.

Conflitos e tensão social crescente

Moradores relatam pânico, com uso de gás lacrimogêneo e som de explosões controladas. Há relatos de danos a residências próximas à orla e de protestos de garimpeiros, que se sentiram surpreendidos pela ação.

O que se sabe oficialmente — e o que se especula nas redes

Declarações das autoridades

A PF confirmou que mandados judiciais foram cumpridos, que o objetivo é combater extração de minério sem licença e atuar contra degradação ambiental. Órgãos como Ibama estão monitorando os impactos em fauna, flora e comunidades locais. Ainda não há dados oficiais divulgados sobre o número de balsas destruídas ou pessoas presas no momento.

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Rumores nas redes sociais

Nas redes, pessoas comentam que pode ter ocorrido vazamento de ação — que garimpeiros teriam sido avisados antes — pois algumas balsas estariam sendo removidas pouco antes da chegada da PF. Outros especulam que haverá represálias ou conflitos mais intensos se a fiscalização continuar. Também há pedidos por transparência quanto ao destino dos equipamentos apreendidos e às medidas de reparo ambiental.

Veja Também: PF prende três pessoas de uma organização criminosa envolvida em garimpo ilegal e trabalho escravo no interior do Amazonas

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