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sábado, maio 23, 2026

Jovem sofre múltiplas fraturas ao tentar recorde de mergulho nas Cataratas de Minnehaha

Tentativa de quebrar recorde mundial termina em tragédia nas Montanhas Azuis

Jovem fratura ao tentar recorde de mergulho: O australiano Vali Graham, de 21 anos, ficou gravemente ferido após uma tentativa audaciosa de bater o recorde mundial de “death diving” (mergulho mortal) nas Cataratas de Minnehaha, localizadas nas Montanhas Azuis, em New South Wales, Austrália. O salto de mais de 42 metros terminou com múltiplas fraturas e ferimentos internos, após um impacto violento com a água.

Salto de 42 metros termina com trauma grave

A tentativa aconteceu em 11 de junho, quando Graham decidiu saltar de um penhasco com cerca de 42,5 metros de altura — equivalente a um prédio de 13 andares — com o objetivo de superar o recorde atual de 41,7 metros, pertencente ao suíço Lucien Charlon. No entanto, a entrada de Graham na água não saiu como planejado: ele mergulhou em posição de pike, o que não foi suficiente para amortecer o impacto.

O jovem sofreu uma série de lesões graves: fratura na vértebra torácica T11, esterno, crânio, concussão e perfuração do tímpano. Apesar da gravidade, conseguiu nadar até a margem e, com ajuda de amigos, caminhou cerca de 1,2 km até encontrar socorro.

Cirurgia, recuperação e comoção

Após ser levado ao hospital, Vali passou por uma cirurgia delicada no esterno e na coluna. Mesmo com o cenário crítico, surpreendeu os médicos ao conseguir andar apenas dois dias depois da operação. A rápida recuperação tem sido motivo de comoção e apoio nas redes sociais, onde internautas exaltam sua coragem e lamentam os riscos assumidos na tentativa de alcançar fama.

“Ele é um milagre ambulante. Poderia ter morrido na hora”, disse um dos amigos que estava presente no momento do salto, em entrevista ao portal News.com.au.

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Recorde não será validado

Apesar da façanha e da altura impressionante, o salto não será validado como novo recorde mundial. De acordo com os padrões de avaliação, a tentativa precisa ser bem-sucedida e sem lesões graves para ser reconhecida oficialmente. A organização que acompanha o death diving internacionalmente ainda não se manifestou formalmente sobre o caso.

A tentativa de Graham reacende o debate sobre os perigos das acrobacias extremas realizadas fora de competições supervisionadas. Muitos internautas apontaram que o local, apesar de bonito, não oferece segurança nem infraestrutura adequada para esse tipo de desafio.

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